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Brasil 19/09/2017 08:30 Cintia Moreira / Agência do Rádio

Governo vai ampliar sistema de alerta de desastres por mensagens de texto em celulares

O governo vai ampliar o sistema de monitoramento e alertas de desastres por meio de mensagens de texto em celulares (SMS). Em caso de risco de temporais, inundações, vendavais, deslizamentos de terra, as pessoas cadastradas vão receber o alerta, de graça, e serão orientadas de como proceder nas situações de risco. Os responsáveis pelo envio dessas mensagens ficará a cargo do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres e da Defesa Civil dos estados e municípios. Funciona da seguinte forma: O usuário de celular vai receber uma mensagem convocando para adesão ao projeto Defesa Civil Nacional, falando sobre o novo serviço com alertas de área de riscos. Para se cadastrar, você deverá responder para 40199 com o CEP de interesse. O gerente de Controle de Obrigações de Qualidade da Anatel, Gustavo Borges, conta que desde o início do ano o sistema está em fase de testes e os resultados apresentados foram positivos.

"Nós tivemos 25 mil pessoas cadastrando os seus CEPs e elas tem recebido, foram emitidos no período todo, 144 alertas, dizendo de alagamentos, de deslizamentos, todo tipo de desastre natural."

Hoje em dia, este sistema de envio de SMS para alerta de desastres já funciona em mais de 20 países. O primeiro a usar o serviço foi o Japão, em 2007. No Brasil, o projeto-piloto foi ativado inicialmente em 20 municípios de Santa Catarina e depois, em junho, ficou disponível para outras cinco cidades do Paraná. As duas foram escolhidas por conta de eventos meteorológicos com potencial de acidentes, entre eles, ressacas, vendavais, alagamentos, enxurradas e granizo. Agora, o sistema vai ser expandido para o restante dos municípios desses estados e para São Paulo. Logo depois, será implantado no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Em seguida, será a vez de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. O quarto grupo será formado pela região do Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins. Logo após virão os estados da Bahia, Sergipe e Alagoas; e em seguida Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. O sétimo agrupamento inclui o Ceará, Piauí e Maranhão; o oitavo grupo vai ser formado pela região do Pará, Amapá e Acre. E, por último, o processo vai ser implantado no Amazonas, Rondônia e Roraima.

 


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